De acordo com o mestre Aurélio, congresso é “reunião, encontro”, mas é também “ligação, ajuntamento, união”. É oportunidade de não somente atualizar conhecimentos e de se fazer uma autoavaliação de nossos próprios conhecimentos, mas também de estreitarmos nossa união e conhecer novos colegas. Nos tempos atuais em que as informações voam com a velocidade de um raio, não é difícil manter-se atualizado, porém nenhuma evolução tecnológica substituirá jamais o contato humano. Este congresso, fruto do esforço de uma diretoria atuante e competente, certamente nos trará a oportunidade de vermos e ouvirmos expoentes de nossa especialidade, mas também nos trará a oportunidade de nos encontrarmos. Serão ex-residentes encontrando com seus mestres e com seus ex-colegas de residência; serão amigos se encontrando e seremos todos nós nos encontrando com os mestres convidados de além-mar. Por generosidade da diretoria atual fui convidado com muita honra para ser o Presidente de Honra deste Congresso, e como manda a tradição devo fazer a apresentação através destas palavras.
O programa do Congresso, cuidadosamente elaborado, dispensa comentários. A escolha de Belo Horizonte como sede deste encontro foi, modéstia de mineiro à parte, muito feliz. Sua localização central no Brasil facilita seu acesso por todas as regiões do país. A rede hoteleira é vasta, diversificada e moderna. As atrações turísticas e os programas culturais são inúmeros e atendem a todos os gostos e preferências. Recomendamos Inhotim, o maior museu aberto das Américas e o roteiro cultural da Praça da Liberdade ou ainda o conjunto arquitetônico da Pampulha, eleito recentemente Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. Ouro Preto, Mariana, Congonhas do Campo, Sabará, cidades históricas do período colonial, estão a poucos quilômetros da capital. Nossa gastronomia é rica e conhecida em todo país.
Pela ciência, pelo prazer de um encontro e pela alegria de oferecer nossa tradicional hospitalidade mineira é que aguardamos a sua presença.